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Dicas by Wagner Cerchiai

Bug Bowling 1
Bug Bowling 2
Bug Bowling 3 - Introdução
Bug Bowling 3 - A importancia da curva
Bug Bowling 3 - A sequencia do STRIKE
Bug Bowling 3 - Tipos de saques
Bug Bowling 3 - O approach e considerações finais





Dicas - By Wagner Cerchiai

          Bug Bowling 3 - Sequencia do Approach e considerações finais

          

          Stance – posição inicial, mão embaixo da bola.
          A mão está embaixo da bola. O pulso levemente voltado para dentro e “cocked” (dobrado), com o polegar apontando para frente.

          Nota: Muitos instrutores acreditam que o melhor posicionamento da mão esquerda (na foto) deve ser somente para ajustar a posição da bola, sem sustentar qualquer peso.


          Durante o push away, mantenha o pulso na mesma posição conchada e levemente voltado para dentro. Quando a bola estiver na posição vertical seu pulso continua “cocked” e o polegar apontando para o chão. Você pode usar o indicador para ajudar a manter o pulso “cocked” sem precisar colocar muita pressão nos dedos para suportar  o momento do back swing. NÃO movimente o pulso !

          
          Posição 2 – início do back swing

          Na foto acima repare que a bola está na mesma linha da cabeça (aplicado na Escola Americana de Bowling). Os dedos dentro da bola mostram que o pulso está cocked e está cupped (dobrado e em forma de concha), Pressionando, para poder suportar o peso da bola...

          Não importa o quanto você  levanta a bola no back swing, o que muitos acreditam, é que deve-se manter  a bola cocking  e cupping quando do “realese”. Outros, somente o fazem na hora de “entregar” a bola gerando mais spin  de acordo com a velocidade, contração da mão em concha e voltada para  dentro. (cupping and cocking). Parece complicado, mas continue lendo para entender melhor.  Isto é para explicar que os grandes jogadores conseguem manter a bola nessa posição até o ultimo momento quando da entrega ou “delivery”  da bola na pista e sempre com suavidade.

          
          Posição 3 – início do follow trough

          A bola está descendo e o jogador se prepara para o delivery, e entrega da bola.

          Na foto, quando o bowler  começa a escorregar  para  soltar a bola, nota-se que continua com a mão conchada e voltada para dentro (cocked & cupped).

          A mão “conchada” garante que o pulso não “quebre” e prejudique o saque.

          Polegar para frente e o indicador apontando para o chão. Bola na mesma linha da cabeça e bem junto da perna esquerda.  “F” e “G”.

                  
                       Foto F                                       Foto G                                      Foto H

          Para um jogador com pulso pobre, ao se aproximar da perna esquerda e antes de chegar  na linha de falta, o mesmo deve “empurrar” a bola para frente  soltando o polegar antes (Foto G ),  para  evitar que a bola saia rodando na careca,(foto J), quando deveria sair girando no axis rotation(Foto I).

                       
                                          Foto I                                                 Foto J

          Na foto J note que o pulso está meio quebrado e o eixo de rotação está quase horizontal, a bola vai girar na careca.

          Na foto I, a mão está vindo por trás, da forma correta e o eixo está no na diagonal.

          Quando a bola estiver na altura da ponta do pé esquerdo, deverá estar naturalmente  nas pontas dos dedos. Se continuar com a mão conchada e voltada para dentro neste momento, ocasionará uma “over reaction” e a bola fugirá do axis rotation fazendo um arco sem energia e com imprevisíveis resultados. Note que o polegar apontado para a lateral na figura “J” mostra a mão “passando“ por cima da bola (repare a linha vermelha a chamada bola morta.). Na figura “I”, está a posição correta e com resultado de “axis rotation“ correto. O polegar está apontando para baixo. A mão ainda está levemente conchada, o que ocasionará uma excelente axis (linha vermelha inclinada) rotation.


          ALTURA DO ARREMESSO

          
A entrega da bola deve ser suave, os grandes jogadores conseguem manter a bola nessa posição até o ultimo momento quando da entrega ou “delivery”  da bola na pista e sempre com suavidade. IMAGINE–SE JOGANDO UMA BOLA NUMA SUPERFÍCIE DE ÁGUA E FAZENDO A ENTREGA SEM NENHUM “SPLASH” QUANDO TOCAR A PISTA.  Instrutores ensinam a soltar a bola somente quando estiver a menos de 4 polegadas do chão (10 cm) e, claro, bem próximo do pé de apoio, para daí então,  fazer  a entrega  e determinando as revoluções ou giro. Muitos tentam ganhar mais “revolutions” na bola tentando levantar a mesma com os dedos, o que causa inconsistência, chegando ao pocket com impacto pobre e sem energia.

          Além disso, a variação de altura dificulta a repetição, que é um dos pontos fundamentais do boliche. Essa altura no delivery da bola se chama Loft, alguns profissionais da PBA, utilizam o loft como recurso, para fazer a bola entrar menos, exemplo disso são Michael Fagan e Robert Smith, mas isso não é fácil de fazer, o próprio Mika Koivuniemi nesta temporada de 2009 diminuiu significativamente seu loft que era grande, seu arremesso muito forte, as vezes batia muito fraco nos pinos, por uma diferença de menos de uma tábua, mesmo para ele era difícil manter o loft.

          Assistir jogos da PBA é muito educativo para ver tudo o que foi tratado nesta matéria, existem jogadores que são tidos como referência em aproach, como Cris Barnes, Parker Bohn III e outros por sua simplicidade e eficiência, Norm Duke e Walter Ray Willias Jr.

          
Esta matéria contou com a preciosa colaboração do professor de Golf, formado pela PGA, Celso Palma.

          Até a próxima !
          Wagner Cerchiai


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