Bug Bowling 3 - Os tipos de saques
Posição de saída: o saque é muito minucioso, desde como a gente veste a bola na mão e a segura na posição de saída (empunhadura), já faz muita diferença no saque.
Podemos notar que muitos jogadores da PBA USA, adotam vários tipos de empunhadura da bola, basicamente existe um para a bola normal e outra completamente diferente para pinos isolados, os quais a grande maioria usa trajetórias mais retas. Pode-se quebrar o pulso para baixo ou empunhar a bola de lado, para que a trajetória seja mais reta.
O saque pode ser feito com três tipos básicos de giro:
Saque para a frente: o jogador não vira a mão no momento do saque, apenas vem com a bola por baixo e saca para frente.
Saque 45°: o jogador vira cerca de 45° a mão no instante do saque.
Saque 90°: o jogador vira cerca de 90° a mão no instante do saque.
Outros saques, onde o jogador já vem com a mão de lado, criam um track menor, o mostrado na cor azul no desenho acima. Existem muitas variações sobre saque, não podemos dizer que algum deles são errados e sim que os que falamos são mais certos e promovem mais poder no impacto da bola com os pinos.

Usando o Relógio como referência na primeira posição o delivery deve ser feito direcionando o dedo médio para 5 horas, devemos lembrar que a mão veio reta e somente vai virar segundos antes do delivery.

Assim que o movimento continuar para frente, o dedo médio deverá estar em 4 horas.

Comece a soltar a bola, mantenha sua mão reta e na direção de 3 horas com o dedo médio, mantendo sempre o braço reto, o braço sempre deve ficar reto.

Comum esse erro de “cobrir” a bola, quando o polegar sai e os dedos continuam girando a mesma. Rodar não é o mesmo que “girar”. Isso produz um track na chamada Careca.

Outro erro é colocar muita pressão nos dedos e levantá-los com força, mudando o giro e ocasionando o barulho da bola passando pelo furo do polegar...Plup!Plup! e, desastre...
O saque correto, a bola está apoiada na mão e não pendurada nos dedos, claro que este é o saque mais difícil, quase todos nós sacamos a bola nos dedos, quando isso é mais destacado é que acontece o Plup.
Na PBA apenas o Ryan Shafer que dá o tal Plup com os dedos, mas ele não é referência, tem um jogo muito muscular e pêndulo quase zero.
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